sábado, 25 de setembro de 2010

Nuvem de algodão doce.





Antes de vocês começarem a ler este texto, já vou avisando: nada de me crucificar pelas palavras que vocês vão ler a seguir. Quando chegar lá no ponto final, por favor, não encarne o muçulmano e venha com mil pedras na mão, como se eu tivesse traído meu marido, ok? Para aqueles que não me conhecem, vou explicar. Tenho uma certa tendência a ser "do-contra" e exagerada, a falar um monte de  merda besteira, a ter opiniões extremamente radicais (às vezes, até, preconceituosas, admito) que, depois de 5 minutos, nem eu vou concordar. Portanto, me ignorem antes que a revolta tome conta da sua cabeça e você vire a própria Emily Rose.

Lá vou eu pegar carona na onda de mudar o assunto do blog, mesmo a minha vida amorosa não indo nada "bem obrigada", aliás, que vida amorosa mesmo? Joguei a minha no lixo. 

Enfim, cá estamos na faculdade, aula entendiante, um serzinho irritante abre a boca e: 
- Blá, blá blá. Blá  blá blá... Porque todo mundo busca uma verdade.

Ai! Na mesma hora senti a pontinha do alfinete me cutucando. Dorzinha inconveniente essa. Virei pro lado e falei baixinho para minha amiga, "Não, eu não busco verdade nenhuma." Claro que eu não falei tão baixo assim, porque a menina a umas 3 fileiras pra lá caiu na gargalhada. Antes que eu soltasse mais uma pérola, alguém na sala resolve corrigir o garoto.
" Todo mundo busca a SUA verdade."

Maurício de Souza mode on, aquele balãozinho de pensamento pairou sobre a minha cabeça. 
" Minha verdade. Minha verdade... Caralho, eu não tenho verdade alguma para buscar. Que tipo de pessoa eu sou se nem uma verdade eu tenho? Credo! Que péssimo exemplo de ser humano."
Afinal, que diabos é uma verdade? Eu mal estabeleci meus objetivos  e já tenho que achar uma verdade?
Puta merda, como assim eu não busco nenhuma verdade? Eu busco uma mentira, então? 
Quer dizer que minha vida é uma farsa e tudo baseado na busca de uma mentira sem pé, nem cabeça? 
Sou fake, gente!  
Hamm, não, não. Sou só uma invenção da mídia mesmo. É isso. 
Eu é que não quero buscar verdade nenhuma. Imagina: "esqueci de viver minha vida. Estava ocupada demais buscando minha verdade."
Que verdade alguém vai buscar? Quem foi Deus? Atlântida existiu? Eram os Deuses astronautas?

Ahh, eu vou é viver minha vida e se essa tal de verdade quiser, ela que me ache.  



 


terça-feira, 21 de setembro de 2010

Crise!


Desculpem, mas vou dar uma mudada de assunto no blog. Como felizmente posso dizer que a minha vida amorosa vai bem, obrigada, resolvi falar do que tá meio mal das pernas pra mim, não há de quê.

Bom, um dia desses, procrastinando profissionalmente no meu quarto, vi no nick do MSN de uma amiguinha a seguinte frase: "crise de 1/4 de idade" (desculpe, amiguinha, se roubei um assunto seu!). Não perguntei do que se tratava, então tratei de dar a minha própria interpretação.

Nós, recém-jovens, fresquinhos da escola, um ou dois porres pra contar, passamos por uma certa crise, a meu ver. Podem chamar de identidade, existência, falta-do-que-fazer, mas o fato é que não é nem um pouco legal. Bate uma insegurança, aquele sentimento confuso por estar passando por uma fase de transição, como acontece na famosa "crise de meia-idade". A diferença é a seguinte: em vez de estarmos fazendo um balanço da nossa vida, comparando nossos antigos sonhos com aquilo que realmente conquistamos e medindo frustrações com realizações, estamos enfrentando a construção desses sonhos e valores e o direcionamento da nossa vida nos próximos anos, ou décadas.

Vejam se vocês não se identificam: entramos frequentemente em discussões filosóficas, antropológicas, sociológicas, tendo leituras rasas de bons livros e análises profundas de blogs e textos aleatórios (como esse), criando teorias sobre a sociedade que vivemos, os vícios e modas que surgem e até os amigos e namorados(as) que desejamos ter. Estamos na fase de formular a nossa personalidade, moldar nossas convicções, esboçar nossa personalidade, abandonando nossas birras e preguicinhas de criança adolescente e escolhendo o que trazer dos nossos pais. Julgamos tudo, mesmo sem perceber, o que particularmente considero saudável se feito com sutileza e sem preconceitos (é, porque até os preconceitos são criados agora!), pois é aí que se criam as opiniões. É uma bagunça de conceitos, idéias e vontades, mas também é a hora de experimentar tudo e dizer do que se gosta e, principalmente, do que se não gosta (mas sem dorgas, por favor!).

Porém, é nessa hora também que se olha pra trás e se pensa: "Por que aquele não é mais meu amigo? Nós nos divertíamos tanto.." ou "Por que a minha relação com fulano é assim e não assado?".. É a hora de resgatar e trazer consigo os "amigos pra vida toda", e deixar pelo caminho aqueles que não te acrescentarão muito. Sem falar no quesito profissional, em que devemos traçar que direção seguir, e tomar cuidado para não se encontrar numa situação que não se previu e não tem mais volta. É o momento de conhecer o mundo, mesmo que esse mundo seja o outro lado da cidade, de descobrir outras realidades, ampliar a visão enquanto ela ainda é elástica. Ah, e claro, é hora de cuidar dos joelhos, como diz o Pedro Bial.

Enfim, não vou dar nenhum conselho, até porque eu mal comecei a minha grande crise. Fico por aqui com uma recomendação: aproveite enquanto as responsabilidades são poucas, a saúde é muita e a cabeça é fresca ;D

sábado, 18 de setembro de 2010

Crônica do Amor



"Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais. 
 Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco. Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora 
 brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
 Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?
Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó! Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é!
Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa."


Arnaldo Jabor



Roubado discaradamente da querida amiga, via Facebook. 

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Por um mundo menos colorido

Saí da tortura academia,aquele cansaço, louca por um banho e uma cama.
 De repente uma vontade avassaladora por um suco de morango com graviola bateu. Parei na lanchonete, extremamente cheia, fiz o pedido. Gritaria de um lado, gente pegando a bandeja do outro. Olhei pra porta, pensando " Péssima idéia".

Pausa, longa e dramática.

 Três homens simplesmente maravilhosos e gostosíssimos entraram. Era tanta beleza que era difícil saber pra onde olhar. Lá estava eu, sentada com os olhos fixados no Trio Fantástico e esperando meu suco. O cansaço era tanto que nem conseguia prestar atenção na conversa deles. Simplesmente, neles. Quando de repente escuto um:  "sem açucar, meu bem!".  No melhor estilo bate-cabelo que vocês podem imaginar.

Click. Gayzômetro ON.
Os três não só eram gays, como eram muito gays. Na boa, eu era mais homem que eles.
Não tive outra reação, olhei pra cima, levantei as mãos e num tom de reprovação:

- Por que? Por que?

Na mesma hora a garçonete que estava servindo meu suco me olhou, sem entender nada:

- Que foi?  Não foi esse o que você pediu?
- Ai foi sim. Deixa pra lá, tava falando com Deus.

Antes que ela fizesse mais uma pergunta, ou achasse que eu era, no mínimo, maluca, apontei pro Trio Fantástico Ternura. Na mesma hora, ela riu e balançou a cabeça, concordando.

Porque diabos todos os homens gatos do mundo resolveram virar bicha?
Sério, a situação tá triste. Conheço um cara: lindo, estiloso, cult, elegante... GAY
Sua amiga conhece um cara: lindo, interessante, compreensivo... GAY
Seu amigo GAY conhece um cara GAY, e eles são: lindos, estilosos, finos, compreensivos, cults e SUPER GAYS.

 Que fique bem claro, nada contra os homossexuais, ok? Respeito, tenho vários amigos gays e adoro.




Mas, por favor, homens gatos e interessantes por ai, parem de sair do armário. Ok?

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Uma pausa



Homens, homens, homens. Tanto sofrimento com pouquíssimos deles me fazem querer generalizar todos, e partir logo para a vida sem eles. Ou com eles, mas em seu lugar. Só que não dá. Quando a gente menos espera, chega outro homem, daqueles perfumados educados inteligentes gatos e gostosos, que existem mais nos filmes que em tudo, e perco completamente a apatia de antes. Acredito mais uma vez. Dou outra chance. Me jogo, pego, não largo. Faço valer a pena tudo o que passei com outros.
Um dia tudo acaba de novo. Se mal, se bem, tanto faz. O lugar desses homens já ficou para sempre reservado, e sempre que cruzar com um deles na rua, na faculdade, no bar, na praia ou no trabalho, vou abrir um sorriso e esconder toda a raiva que tenho de cada um. Porque, na verdade, não sobra raiva nenhuma.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Papo de Garota.




L: - As mulheres da minha academia me deixam triste.
Y: - Na boa, quanto mais gostosa a mulher fosse, mais roupa ela tinha que usar na academia, para constranger menos as aspirantes.

Silêncio e risos.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

guia prático feminino

Vocês homens, antes de ler o post a seguir tem de fazer um juramento: Nada aqui lido será usado contra nós, somente para o bem!

Coisas que vocês deveriam saber sobre nós:

1) Todo homem deveria menstruar uma vez na vida. Milhares de  relacionamentos seriam salvos quando os homens entendessem o que é uma TPM e usar um absorvente em um dia de 40 graus.

2) Aprenda a ler as entrelinhas! Basicamente o que a mulher quer é que você seja seguro o bastante pra fazer o que pensa ser o certo e sensível pra atender de leve o pedido dela. Dificil?

3) Seja cavalheiro e cortês, mas não fique perguntando se está tudo bem ou se ela quer que você faça alguma coisa, o tempo todo.

4) Toda mulher deveria ter o direito de comer o quanto quisesse durante a TPM e não engordar uma grama.

Sinceramente, brincadeiras a parte. O que uma mulher quer? Não há qualquer dificuldade nesta pergunta. Comece parando de se perguntar o que ela quer, e sim, quem é você e o que pode oferecer a alguém.

Mulher quer segurança. E não necessariamente a tal segurança financeira. Ela quer que você seja seguro. Quer um homem que saberá o que fazer se ela precisar. Um homem que saiba trocar um pneu, que sabe o ônibus a ser pego, que segura sua mão e a puxa.

Um homem romântico e sensível, mas nunca enfadonho.

E quem disse que mulher não gosta de namorar? De verdade, se a sua mulher anda sem tesão algo há de estranho. Fato é que pra mulher, sexo é na imaginação e na cabeça. Então, não se resume no tamanho da sua “capacidade” ou potencial, e sim, no quão vivo está o relacionamento de vocês e na habilidade de inovar. Nunca pegue a sua namorada do mesmo jeito. Aprenda cada dia uma nova maneira de abordá-la e surpreendê-la.

Admire sua companheira e faça com que ela te admire. Mas faça isso muito mais por você mesmo. Porque aí, ela te admira. Caso contrário, desculpa aí, mas a mulher enjoa.

Simples assim! Esse é o príncipe encantado do século XXI.

Compareça com decência! Fica a dica. 

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Dicas relâmpago



Saiu com uma garota, vocês ficaram. Você estã tentando marcar o segundo encontro e ela só enrola?
Gato, sai fora que isso é um sinal muito claro: "Some que eu não curtir ficar com você. "

Não entendo qual a dificuldade de certos homens em entender esses sinais...
Sagacidade meninos, sagacidade.

domingo, 5 de setembro de 2010

Da série, indagações.



Hollywood vive explorando o tema, as novelas mexicanas também. Manoel Carlos não quis ficar fora dessa.  Nem eu escapei.

O quê? Paixão entre melhores amigos.

Como sempre, parei, fiquei olhando pro céu e, óbvio, começei a viajar.  Dessa vez minha cabecinha cheia de caraminholas  me levou lá pro meu primeiro (e único) namoro e, soem os tambores, cena super inédita (not),  meu melhor amigo. Foi aí que começei a me questionar "Gostava dele porque éramos melhores amigos, ou,  éramos melhores amigos porque eu já gostava dele?". Como uma coisa leva a outra, parei e cheguei a conclusão:  "Não, eu nem gostava dele, só gostava como melhor amigo. Fudi  Confundi tudo."
Mentira acho que até gostava . No entanto, sou orgulhosa demais pra afirmar. Principalmente, depois que descobri os chifres na minha cabeça.
Ok, no meu caso, eu sou a Julia Roberts que  não terminou com o melhor amigo.

Lá fui eu analisar os objetos da questão (leia apaixonar-se pelo best). Chega a ser engraçado como sempre tem o primeiro que vai confundir a amizade e nutrir um amor incondicional e platônico pelo amigo. Pra variar, na maioria das vezes, ele não vai falar nada por "não querer estragar a amizade". Até o dia em que não aguenta mais e revela seu amor. Confundindo, agora, a outra parte envolvida. Eis que surgue o dilema usual : " Ficar ou não ficar ? Se eu ficar com ela(e), quando terminamos vai estragar a amizade. Se eu não ficar..."

 Meu amor, fica a dica: a amizade vai acabar de um jeito ou de outro. Ok?!
Confundir os sentimentos. Porque nós adoramos fazer isso?

Agora, tem o outro lado: a aproximação estratégica. A pessoa vai chegando de mansinho, com interesses pré estabelecidos. Afinal de contas, é melhor amizade do que nada né? E, maquiavelicamente vai jogando até...
fazer o amigo se apaixonar. Entrando naquele ciclo vicioso mais uma vez.

Pois é, muralhas caem, civilizações desaparecem, cidades crescem, a história muda. Mas, entra ano e sai ano, amigos, no mundo inteiro, continuam se apaixonando. Uns vivem felizes para sempre, outros descobrem que "realmente, era só amizade". E nós, sempre teremos uma versão atualizada do " Casamento do meu melhor amigo".


Beijo pras Júlias Roberts  espalhadas por aí.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Trânsito



Ah! Aquele dia... sim, sim, esse mesmo. A história é a mesma de trocentos casais, só muda cenário, tempo e personagens.

Nós dois nos encontramos, demos um último beijo ( o que é esquisito, porque ele só é último beijo se mais nenhum acontecer , ao contrário, ele não terá sido o último e todo o pensamento sobre o momento desaba)...enfim....nos olhamos, você, foi para lá e eu, para cá.

Ainda que eu quisesse virar e voltar, desci cada degrau daquela escada, numa velocidade muito mais lenta do que a normal, sim, eu queria ter dar o maior tempo possível pra pensar. Para, literal e figurativamente, você voltar atrás. Besteira, a escada podia ter 776854346 degraus ou eu poderia levar um ano para descer cada um deles, isso não mudaria nada.

Aí, eu sento pra esperar você, digo, o ônibus. É, fingi que não vi alguns que me serviam passarem, ignorei uns outros. Depois de um tempo...

Gravando, ação;

Você desce as escadas ofegante, o andar antagônico ao meu, tudo que eu procrastinei, você acelera. Corre. Voa. Abre espaço no meio da multidão. Me vê lá, esperando sentada. Mas não em vão. Porque você vem em direção à mim, cada vez mais rápido, confessa que ainda me ama, que sabe que podemos dar certo, que vamos fazer funcionar já que nos amamos. Nos beijamos ali, no meio daquela gente toda.

Ei, pra onde eu tava indo mesmo?
 Indo sem você?
 Nem me lembro mais. Agora, eu vou é para qualquer lugar contigo.

Corta!

Sim, obviamente, isso tudo só aconteceu na minha imaginação enquanto eu estava lá, sentada esperando.

Você não veio. Na verdade, eu vi que você nem olhou pra trás. Chegou em casa, tirou o sapato, abriu a geladeira. Ligou sua TV, ligou o seu PC e seguiu sua vidinha como se nada tivesse acontecido. Como se o seu mundo pudesse voltar a ser o mesmo de quando não me conhecia.

E eu. Segui indo. Meio arrastada pela multidão. Depois de muito esperar, peguei um menos cheio e com jeito de confortável. Parecia seguir uma boa linha esse rapaz ônibus que peguei depois de aguardar você em vão.

E agora, você continua onde sempre esteve. Com ou sem mim. E eu, sigo com meu ônibus para lugares que você nunca irá e ...oh!...NEM PENSE EM PEDIR CARONA!